poemas, alice e flor de mel à flor da pele

12 maio, 2005

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Era uma vez uma menina feliz, feliz, feliz... porque a poesia quando é reconhecida é muito bom, e principalmente, quando aquela escritora que leu quando era pequenina foi uma dos que leu e premiou os poemas dela... Escrevo desde de que me lembro de mim, lembro-me de dar erros e usar muito corrector, mas desde de que comecei a escrever por criação e não por cópia começei a criar os melhores mundos de sempre e deixei um livro de poemas de menina pequena na escola primária. E nunca deixei de escrever. Quando temos a consciência que somos bons, temos que lutar pelo nosso espaço, aquele que reconhecemos que temos direito...

Quando era pequenina a mãe trouxe-me um livro da escola, porque a escritora tinha estado lá a dar autógrafos e a promover livros. Li o meu primeiro romance aos oito anos, e Melinda é o nome mais lindo do mundo e não existe personagem mais maravilhosa como a Tontinha do Mar. Foi a escritora que me ensinou a escrever como gente pequena e a pensar a escrita como gente grande. Sou maior mas ainda sou pequena e ainda tenho que crescer muito para escrever mais tarde para meninas de oito anos.

Hoje leio a filha (Catarina Fonseca) e perco-me nos livros mais recheados de coisas belas e estranhas, e mais bem alinhavados e polvilhados de tudo... Quando crescer quero escrever como a Alice e dar poemas a todos. Quero que se leia mais poesia que nunca porque temos uma língua primordialmente poética, num país também primordialmente poético, com sentimentos poéticos e melancólicos.

obrigada à Alice Vieira a ao prémio (apnljfc)
obrigada ao "Flor de mel" por ser a minha semente

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