das pedras no coração

31 outubro, 2007

Quando cais,
o corpo são pedras.
Há uma gravidade
só das pernas e do tecto sob nós
e choramos.
Sorrir nos momentos reais
é mais fraco e até triste
pela comiseração patética
da alegria.
Há coisas, de esconder
cá dentro, que não são
de dizer, nem falar delas.
Rompes-me e és
menos meu que
nunca; agora só eu
escolho. Tu sentes.

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