dos nomes

25 julho, 2012


mälarhöjden

eu não conhecia o nome das coisas.
eram-me sabidas mas estranhas.
no intervalo do dia era o sol
que te dizia o meu nome.

a estranheza não perdurou
souberam-te todas as coisas desconhecidas,
aprenderam-me no fim da noite
caladas e importantes.

gotemburgo, abril 2012

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