Olympia

14 junho, 2006




Poemas clássicos e cor de rosa
como o mar vermelho.
Cor prostituta, perene
e grande.
Coquette: rosa-velho.
Mulheres clássicas: a Olympia e
todas as que nos olharam de frente.
Mundos novos: aqueles em que
a mulher não tem mais cor,
nem feminilidade ou outra coisa,
anónima de significados.
Estética para que te quero!
Morte do estereótipo no dia em
que as cores se fundam ou
os Homens aprendam a falar
sem pré-conceitos na língua
e no corpo. E a abolição dos nomes
e das maiúsculas.
Paz no seio das coisas
belas ou ignoráveis. A obrigatoriedade
da reflecção humana como
sesta de ouro. E ponto final.

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