no chão limpo deixei a alma penar

10 outubro, 2006




Sou hoje, metade de mim sou hoje, metade do que fui ontem, envelheço no entanto. Já velha, remoo as coisas facéis de ontem as coisas trémulas e até memórias de invernos recentes. Sou nova, mas velha dentro do novo, recente e estreado hoje. Não me escondo debaixo-da-cama este chão repugna-me, eu ofendo-o . Enriqueço no instante, o ar de forma acidental, porque sou coisa estranha às partículas mortas. 


 dos dias sem mim, filosofia da vassoura a sufragista-gata-borralheira-floribela (http://casadeosso.blogspot.com) a ti celebro-te porque a tua casa de osso volta a ser o que era e melhor ainda, parabéns benjamim

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